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ALINE FORATTINI

Publicado em 04/12/2018

A eleita de hoje convida nossos leitores a uma importante reflexão sobre maternidade consciente, saúde e vida. Aline Forattini, ginecologista e obstetra, ganha o destaque de Mulher do Dia justamente por colocar em questão um assunto que muitos procuram evitar, em nome do conforto e de medos, muitas vezes infundados, que permeiam a decisão de não se ter um filho de forma natural, optando pela cesariana.

Volume de cesáreas atinge níveis alarmantes em todo o mundo
 
A quantidade de cesarianas atingiu níveis alarmantes em todo o mundo. É isso o que aponta um recente estudo realizado em 169 países. No Brasil, as cirurgias passam a metade dos nascimentos, quando o indicado pela OMS é entre 10% e 15% do total.
 
Sem necessidade
 
“A cesariana tem um papel fundamental quando é necessária. O que os órgãos mundiais alertam é para a quantidade enorme de cirurgias sem necessidade. O parto normal é a melhor opção para a mãe o bebê, e a cesariana só deve ser realizada quando ele não for possível”, comentou a ginecologista e obstetra Aline Forattini.
 
Cicatrizes no útero
 
Pesquisas apontam que os bebês que nascem através de cesarianas ditas “desnecessárias” podem  ter pequenas alterações na saúde, como uma maior dificuldade na amamentação.  Para as mães, há o risco relacionado a qualquer cirurgia, além de cicatrizes no útero, sangramentos e complicações em partos nas próximas gestações. “A cesariana é uma cirurgia que, quando bem indicada, salva vidas, mas ela não deve ser a principal forma de nascer. Esse título deve pertencer ao parto vaginal”, completou.


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